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O que fazer para viajar com cão-guia?

Só no Brasil, há pelo menos 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual e muitas delas não podem – e não querem – abrir mão do seu cão guia, nem na hora de viajar. Por esse motivo, cada vez mais as empresas aéreas estão dando atenção à inclusão social dessas pessoas e facilitando a viagem do cão guia.

Pensando nisso, a MaxMilhas resolveu deixar você por dentro dos procedimentos necessários para ter seu companheiro a bordo com você. Fique de olho nessas dicas de viagens e não perca um minuto dessa trip com esses verdadeiros anjos da guarda.

Viagem com cão-guia deve ser comunicada com antecedência

O cão-guia deve viajar ao lado do assento do dono, no chão da aeronave. Ele deve estar de coleira com um distintivo oficial que o identifique como cão guia e seu transporte é gratuito, ou seja, não é cobrada nenhuma taxa extra por isso. No entanto, é preciso estar munido da documentação, comuns, aliás, para o transporte de qualquer pet. 

Providencie e apresente o comprovante de vacinação contra a raiva, assinado por um veterinário. Ela é obrigatória para animais a partir dos 3 meses de idade e deve ter sido aplicada há mais de 30 dias da data da viagem e a menos que 1 ano. Também é necessário apresentar o certificado de saúde, emitido pelo veterinário, com validade de 10 dias a partir da sua data de emissão.

Para os voos internacionais é exigido ainda um Certificado Zoossanitário Internacional, emitido gratuitamente pelo Posto de Vigilância Agropecuária Internacional, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, nos aeroportos internacionais Toda essa documentação deve ser apresentada no momento do check-in.

Quando o voo é internacional e está saindo do Brasil, não é permitido que o cão-guia use focinheira. Mas, algumas companhias aéreas exigem que o seu amigão use focinheira em todos os outros voos – como é o caso de haver conexões já o exterior – e durante toda a viagem. Para não ter dor de cabeça, a dica é carregar sempre uma focinheira, assim caso a exigência aconteça, você está preparado.

A Latam é uma das empresas que faz essa exigência e determina que na plaqueta de identificação do cão conste o nome do usuário e do cão, com foto de ambos; e o nome do centro de treinamento ou do treinador autônomo; com número do CNPJ ou do CPF. Nela o prazo para a comunicação da viagem do cão-guia no avião é de no mínimo 72 horas de antecedência e ela se reserva o direito de determinar o assento do usuário.

Já na GOL essa antecedência pode ser de apenas 48 horas. Além da plaqueta de identificação com os mesmos dados pedidos pela Latam, a GOL pede ainda uma carteira de identificação do cão-guia com as mesmas informações. A Azul, por outro lado, pede que a comunicação seja feita no momento da compra. A empresa pede a mesma documentação e reserva um assento preferencial para o usuário, mas não transporta animais com menos de 3 meses de vida.

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