Roma - Roteiro de viagem para explorar a cidade em 6 dias.

Coliseu de Roma
Coliseu-Acesso principal

Este artigo é parte do nosso roteiro de viagem em Roma e mostra como exploramos a cidade em 6 dias, passando pelos principais pontos turísticos da capital italiana.

 Indecisos de onde passar o Réveillon este ano, eu e meu marido fizemos uma lista de várias cidades italianas que são mais visitadas nesse período e como já fazia um tempo que falávamos de visitar Roma, aproveitamos essa ocasião.

O primeiro passo para dar início a nossa exploração, foi elaborar um roteiro bem detalhado, incluindo os principais pontos turísticos da cidade. Já que havíamos pouco tempo e tantos lugares para visitar, tínhamos que achar um hotel bem centralizado, que ficasse entre os pontos de nosso interesse.

Então escolhemos um hotel bem charmosinho em via Nacional, perto da Praça Veneza. Assim não precisamos alugar carro e usamos o transporte público pouquíssimas vezes.

Um detalhe muito importante é que o transporte público de Roma nesse período costuma ser lotado, então melhor evitá-lo.

Nossa meta era conhecer mais profundamente a cidade:  Visitamos Museus, praças, monumentos e percorremos algumas ruas a pé, observando cada detalhe que só a caminhada é capaz de proporcionar.

O segundo passo foi comprar um Ticket que dá direito a entrada nos principais museus e sítios arqueológicos ( Roma Archeologia card), que pagamos €23.00 para duas pessoas.

Bom, roteiro traçado, ingresso na mão, mochila nas costas, vamos começar:


Dia 1- Palatino, Fórum Romano, Coliseu e Circo máximo 

Coliseu interior -Roma
Coliseu - Parte interna

Nesse primeiro dia, muito ansiosos para  visitarmos tudo, começamos dos pontos turísticos mais próximos de onde estávamos hospedados, que por sinal estão localizados bem perto um do outro. 

De manhã cedo fomos para o Palatino: Um dos Sítios arqueológico mais antigos de Roma. Depois para o  Foro Romano: Centro comercial, religioso e político da Roma Imperial, deixando assim a tarde inteira livre para visitarmos o Coliseu, que na minha opinião merce uma visita mais detalhada, afinal estamos falando do segundo monumento mais visitado ao mundo (segundo o ministério do turismo italiano). 
Percorremos as várias alas internas desse enorme monumento, palco de grandes combates entre gladiadores na época do império romano, depois subimos até o último degrau para admirá-lo lá do alto. 

Fechamos o dia com um ótimo jantar e depois a tradicional festa de  Réveillon no Circo máximo, com show de vários grupos famosos , bailarinos acrobatas, fogos de artifícios e tantas outras atrações. 


Dia 2- Pantheon, Castelo Santo Angelo, Praça Navona e Fontana di Trevi


Castelo Santo Angelo
Castel Sant'Angelo - Entrada principal

Logo cedo passamos no Pantheon: Antigo templo grego, onde estão enterradas diversas personalidades ilustres, um deles é o pintor Rafael.

De lá pegamos um ônibus até o Castel Sant'Angelo, também conhecido como Mausoléu do imperador Adriano. O interior do castelo é encantador e ao mesmo tempo dá um certo frio na barriga, os muros antigos e quase secretos escondem várias alas com muitas subidas e descidas, que nos levam até um terraço, de onde se tem uma vista panorâmica da cidade.  

Saindo do castelo, seguimos a pé até a Praça Navona, que é sempre cheia de turistas, por ser  umas das praças mais importantes de Roma. Nessa praça está a famosa fonte dei Quattro Fiumi (Fonte dos Quatro Rios): Construída em 1651, a pedido do Papa Innocenzo X. 

 Para encerrar a noite, esticamos mais um pouquinho até Fontana Trevi. 


Dia 3- Vaticano: Basílica e Praça São Pedro 


Basílica São Pedro
 Basílica São Pedro- parte central

Naquele dia o único monumento que conseguimos visitar foi a Basílica São Pedro. Por ser um dos lugares mais visitados de Roma, costuma ter filas realmente longas. Todo mundo quer entrar na Basílica São Pedro, que independente de religião, é uma grande obra arquitetônica que levou 120 anos para ser concluída, e durante esse período passou pelas mãos de grandes artistas como Rafael, Michelangelo e outros menos famosos. 

Ao entrar, a primeira coisa que se nota são as peredes e o teto decorados a mão em cores douradas (há quem diga que é tudo ouro). Na parte central onde acontecem as cerimônias religiosas, tem diversas esculturas importantes, assim como nos corredores laterais. No fundo tem uma pequena escada que leva ao subsolo, onde tem um vasto cemitério subterrâneo, com os túmulos dos Papas e outras pessoas importantes para a igreja católica. 

Terminada a visita já estava anoitecendo, mas ainda deu tempo passear um pouco na praça São Pedro, que também é muito grande e sempre cheia de turistas.


Dia 4- Museu Nacional Romano, Terma de Diocleziano e Praça de Espanha


Termas de Diocleziano
Ruínas Termas di Diocleciano

Quem gosta de história não pode deixar de visitar o Museu Nacional Romano. O mesmo foi criado em 1890 especialmente para recolher as antiguidades encontradas em Roma durante o período de modernização da cidade. Ainda nos dias atuais são encontrados objetos antigos debaixo do solo Romano, que são retirados para serem expostos neste museu.

Caminhar pelas ruas de Roma é como viajar no tempo, seja uma velha casa, ou qualquer escavação recente, cada angulo da cidade revela um pedaço do passado.
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Outro lugar que conserva grandes fragmentos do passado, são as Termas de Diocleziano. Nós passamos por lá para conferir esse lugar (ou pelo menos o que restou dele), 
que um tempo foi o maior Spa da era Imperial. O complexo termal foi dedicado ao imperador Diocleciano, em 306 e manteve-se operacional até 537. Hoje aloja a Basílica de Santa Maria degli Angeli e dei Martiri e ainda parte do Museu Nacional Romano.


Dia 5- Museu do Vaticano, Capela Sistina e Fontana di Trevi.


Fontana di trevi-Roma
Fontana di Trevi

Mais uma vez voltamos a cidade do Vaticano. Para não pegarmos fila, compramos a visita guiada com um dos tantos vendedores que ficam ali na praça São Pedro. Pagamos €40,00 a pessoa, para visitar o Museu do Vaticano, Capella Sistina e a Basílica São Pedro.

Antes de iniciar o percurso de visitação, o guia explicou um pouco sobre o que veríamos ao interno do museu e Capela Sistina, depois nos conduziu pelos 7 km de salas e corredores, onde são conservadas uma das maiores coleções de arte do mundo, acumuladas durante séculos pelos Papas. Além das obras de arte, os papas conservam também alguns presentes pessoais, como exemplo a camisa da seleção brasileira autografada pelo Pelé a Papa Francesco.

Camisa da seleção para papa francesco
Presente de Papa Francesco

A última e não menos importante visita foi na Capella Sistina, que não é grande, aliás a sua grandeza está mesmo no que ela representa para história da arte. Aqui está o trabalho mais importante e seguramente o mais dificíl de Michelangelo Buonarroti, que levou 4 anos para ser concluído.

Logo na entrada tem um monte de segurança, que passam o tempo todo organizando a fila para não criar tumulto entre as pessoas que disputam um pouco de espaço para poderem olhar a maravilhosa pintura de Michelangelo no teto. Para dar uma idéia da importância da capela; è lá que acontece o Conclave, (escolha do novo Papa), e muitas outras cerimônias oficiais do Papa. 

Depois de mais essa jornada de museu, decidimos caminhar um pouco pela cidade: Passamos por uma das avenidas mais glamourosas de Roma: Via Condotti, que ainda respirava clima de natal. Belíssima! Toda iluminada. 

E assim encerramos a noite mais uma vez  na Fontana de Trevi, um lugar perfeito para visitar a noite; cheio de cascatas iluminadas, lojas, bares, restaurantes, gente, enfim, tudo de bom!  


Dia 6- Ilha Tiberina, Trastevere, Boca da verdade, Jardim das laranjeiras, Praça Veneza.


Ilha tiberina-Roma
Ilha Tiberina

No último dia decidimos fazer um passeio ao aberto. Que  para nosso azar, justo nesse dia chegou uma frente fria de congelar. Mas tudo bem! Quem viaja tem que está disposto a enfrentar tudo não é mesmo?  

 Começamos pela Ilha Tiberina: Um curioso pedaço de terra que se formou no principal rio que atravessa Roma, perto do Capitólio. 

 Ainda nessa região, resolvemos explorar o antigo bairro de Trastevere, um lugar com ruas estreitas em estilo antigo, cheio de restaurantes acolhentes e pequenininhos. E já que estávamos lá aproveitamos para degustar a cozinha local. Na minha opinião, um ótimo lugar para conhecer a vera cozinha Romana. 

A cozinha romana
Pratos da cozinha romana - região de Trastevere

Após o almoço fomos até a misteriosa Bocca della veritá, (boca da verdade em português), que fica ali perto. Mais tarde seguimos para o Jardim das laranjeiras: Um lugar bem alto, ideal para tirar fotos panorâmicas do Coliseu e outros monumentos da região.

De volta para o hotel, ainda paramos para admirar o por do sol na Praça Veneza, uma das praças principais de Roma, e que eu achei uma das mais bonitas também. 

E foi na Praça Veneza que terminou a nossa viagem. Uma viagem que mais do que nunca deixou saudades, vontade de ficar só mais um pouquinho e explorar cada canto da cidade que faltou conhecer. 

 Roteiro:
 Dia 1- Palatino, Fórum Romano, Coliseu e Circo máximo 
 Dia 2- Pantheon, Castelo Santo Angelo, Praça Navona e Fontana di Trevi
 Dia 3- Vaticano: Basílica e Praça São Pedro 
 Dia 4- Museu Nacional Romano, Terma de Diocleziano e Praça de Espanha
 Dia 5- Museu do Vaticano, Capela Sistina e Fontana di Trevi.
 Dia 6- Ilha Tiberina, Trastevere, Boca da verdade, Jardim das laranjeiras, Praça Veneza.

Para mais detalhes desta e de outras viagens,  veja os vídeos lá no canal do you tube:http://bit.ly/2lqDxMxyoutube

Mais fotos da viagem aqui: 

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Trabalhar na Itália: É possivel em 2016?

Voo por aí
Torre de Pisa-  Dezembro 2015


Eu sempre recebo perguntas de amigos brasileiros e até mesmo de desconhecidos, querendo saber se existem oportunidades de trabalho na Itália. Por mais que a sinceridade nem sempre seja aceita, eu procuro falar sempre a verdade para eles, de como estão as coisas realmente.

Fazendo uma pesquisa na internet, notei que existem muitas informações falsas sobre este assunto. Alguns blogs/sites chegam até a postar listas de empregos que estariam sobrando na Itália, quando na verdade os próprios Italianos estão agarrando com unhas e dentes qualquer tipo de trabalho que aparece.

Basta acompanhar uma dessas comunidades que oferece trabalho no Facebook, para se ter uma idéia do que estou falando. Use o tradutor: Procuro e ofereço trabalho em Torino.

Até meados de 2008, os brasileiros que desembarcaram na Itália em busca de um futuro melhor, trabalhando duro e usando a cabeça, conseguiram construir o seu pé de meia. As oportunidades eram muitas e ganhar em Euro era muito vantajoso, devido a desvalorização da moeda brasileira naquela época. Conheço gente que comprou casa, montou empresa e hoje vive tranquilo em uma bela cidade litorânea do Brasil.

Hoje a realidade é bem diferente: Com a chegada da tão falada Crise Econômica, que afetou não somente a Itália mas muitos outros países, muitos brasileiros que não tinham um emprego fixo ou uma vida estabilizada na Itália, foram obrigados a voltar para o Brasil e recomeçar do zero. É grande também o número de Italianos que deixaram a sua pátria para procurar emprego em outros países.




Mesmo diante dessa realidade, ainda tem gente que sonha em viver e trabalhar na Itália. Certamente não posso dizer que elas são loucas, afinal eu também me apaixonei por esse país lindo ao visitá-lo pela primeira vez.

 Mas afinal: É possível encontrar trabalho na Itália em 2016?


Voo por aí
Local especializado na venda de café 

Antes de mais nada, tenha em mente que sem um permesso di lavoro (visto de trabalho) ou a Cidadania Italiana, é impossível trabalhar na Itália. Que o visto de turismo, que são 90 dias corridos, não pode ser transformado em visto permanente, ou seja, para trabalho ou moradia. Considere também que o país tem um mercado de trabalho extremante exigente.

 Ok, sabendo disso, observe também os tópicos abaixo e tire suas próprias conclusões:
  •  Se você tirou a cidadania Italiana, tem menos de 30 anos, uma excelente faculdade reconhecida na Europa com experiência comprovada no mesmo setor, fala pelo menos 4 línguas; entre elas Italiano e Inglês perfeitos, parabéns! Você  tem alguma chance de conseguir um emprego na Itália. Ah! você ainda vai ter que disputar a vaga com um Italiano Vero, que vai ter sempre a preferência na hora da decisão, como é justo que seja.
  • Não esqueça dos prófugos; imigrantes escapados da Síria, que desembarcam aos montes todos os dias no sul da Itália. Devido a acordos entre países da União Eropeia, eles tem preferência para vistos e trabalho. Sendo  assim os trabalhos mais simples são feitos por eles.
  • Tem também a questão da desconfiança, no caso de trabalhos domésticos por exemplo, nenhum italiano coloca um estrangeiro dentro de casa, a menos que alguém de extrema confiança o indique.
  • Para qualquer trabalho que você se propuser a fazer, tem que chegar sabendo, ( por isso todos exigem experiência comprovada). Não espere que alguém tenha paciência de te ensinar e espere você ficar pronto para começar. Aliás, paciência é uma palavra que não existe no vocabulário dos Italianos.
  •  Não basta saber ler e escrever Italiano, você também precisa saber o bendito do Inglês, que é exigido na grande maioria dos trabalhos e indispensável para quem quer trabalhar com turismo ou atendimento ao público. Os verbos italianos então, são um caso a parte. São três anos que moro na Itália e confesso que ainda me perco na hora de conjugar alguns deles. Dependendo da região ainda tem os dialetos; línguas antigas locais que muitos dos próprios italianos não compreendem.

Conheço muitos brasileiros que dizem que Italiano é "facim", isso porque eles assistiam Terra Nostra e pensavam que o Raul Cortez falasse italiano. Tem ainda os que confundem a língua com o Espanhol e saem por aí falando Portunhol, crente que estão falando Italiano, (Esse é um guia que encontrei no Rio de Janeiro na minha última viagem).

Não é uma crítica tá gente, é só pra dá risada! :)

Conclusão: Não estou dizendo que é impossível encontrar trabalho na Itália e que ninguém deve tentar, afinal o sonho é seu e quem sou eu para dizer que você não pode realizá-lo.
Essa é somente a parte difícil e a situação mais provável que você irá encontrar ao tentar um emprego aqui nesse período. Lembre-se que existem as exceções. Mas para não deixar o artigo muito longo, eu falarei delas da próxima vez.

Se tiverem perguntas, ou quiserem propor algum tema para o próximo artigo, sou toda ouvidos. Escrevam aqui em baixo nos comentários que assim que tiver um tempinho eu respondo.

 Arrivederci!
Até a próxima!



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Lençóis Maranhenses: As dunas mais bonitas do Brasil e do mundo.

As férias estão chegando e pra você que está pensando em viajar mas ainda não sabe pra onde ir,  uma boa opção é o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. Uma meta turística cobiçadissíma pelos estrangeiros, que poucos brasileiros conhecem. O parque foi criado em 1981, e fica dentro de uma reserva natural com 156,5 mil hectares. Está localizado no estado do Maranhão, abrangendo os municípios de Barreirinhas, Santo Amaro, Humberto de Campos e Primeira Cruz. É conhecido internacionalmente por ser o único lugar ao mundo com essa paisagem de dunas formadas pela força do vento e piscinas naturais formadas pelo acúmulo das águas da chuva, que se alteram constantimente, de acordo com o clima e a estação do ano.


Dicas do voo por aí
Foto da primeira parada - Lagoa azul


Eu estive lá em agosto de 2014 e hoje trago algumas dicas para você que pretende conhecer esse paraíso escondido no nordeste do Brasil.

Qual é a melhor época para visitar os Lençóis Maranhenses?

O parque pode ser visitado em qualquer época do ano, mas existe um período mais favorável, que é entre os meses de março a setembro, sendo os meses de Março a Maio os ideais para quem quer pegar as lagoas mais cheias e conhecer o parque em todo seu esplendor. É nesse periodo que o contraste das águas multicoloradas com as dunas de areia branca ficam mais visíveis.

Eu visitei Lençóis no mês de agosto, como já falei antes, a água estava baixa, mas como você pode ver nas fotos a paisagem era estupenda!


Dicas do voo por aí
Foto da segunda parada: Lagoa da preguiça

Como chegar lá?

O modo mais rápido de chegar é pegar um voo até o aeroporto de São Luiz- MA e dali prosseguir até o terminal rodoviário da capital maranhense, de onde saem ônibus diariamente até Barreirinhas, cidade mais acessível ao parque. O percurso até lá dura umas 4 horas e as estradas são muito boas. A passagem custa em média R$ 45 por pessoa.

Outras alternativas saindo de São Luís-MA até Barreirinhas:
- Carro ou van fretado; a duração do percurso é de umas 3 horas.
- Taxi, que você pode pegar com toda segurança no próprio aeroporto, com preços tabelados.
- Taxi aéreo, esse logicamente custa um pouco mais, mas tem toda a comodidade e vantagem de poder admirar Lençóis lá do alto. A viagem dura, em média, 50 minutos.


Dicas do voo por aí


Como são organizadas as excursões ao parque?

As visitas as dunas são feitas somente com pessoal autorizado e não é possível ir até a reserva de carro próprio. Você precisa ir até uma agência de turismo local e comprar o seu passeio.

- Dica 1: Nunca deixe para comprar o passeio na última hora, principalmente no final de semana. Os carros costumam ser sempre lotados.



Os passeios são feitos em grupos de no máximo dez pessoas, que são transportadas em caminhonetes  adaptadas para o transporte de turistas, conhecidas como "jardineiras".

Após uma rápida travessia de balsa pelo Rio Preguiças, você segue mata a dentro por uns 40 minutos  em trilhas estreitas e bancos de areias finas, onde apenas veículos com tração 4x4 podem seguir viagem, Taí por que o parque faz parte da Rota da emoção!

O motorista leva o grupo até a entrada das dunas, de onde começa a caminhada com um guia contratado. As caminhadas podem ser mais longas ou mais curtas, com paradas para mergulhos, fotos descanso e tudo mais...

- Dica 2: Antes de comprar o passeio pergunte até qual lagoa o guia te leva, pois o nosso queria voltar da metade do caminho.


Dicas do voo por aí
Jardineiras- Carros adaptados para transportar turístas

O que levar para a excursão?

Saia de casa/hotel pronto para se jogar na água, depois de uma boa caminhada sobre as dunas não tem nada melhor! Vista roupas leves, chinelo, leve chapéu e óculos de sol.
Prepare uma mochila com o mínimo necessário para não ficar pesada; repelente, protetor solar, celular ou máquina fotográfica, etc. Não esqueça de levar água e alguma coisa para comer. Por ser um parque totalmente protegido, dentro do mesmo não tem barracas nem vendedores ambulantes, ou seja, nada para vender.

Obs: No carro da excursão tem uma caixa térmica, onde todo o grupo coloca sua água, que se  mantém geladinha.


Dicas do voo por aí
Pausa para fotos


Onde não se hospedar em lençois maranhenses?

É sim, dessa vez ao invés de dar dica de onde se hospedar, eu vou falar onde não se hospedar:

A maioria das pessoas acabam reservando hotel em São Luiz, até mesmo por falta de informação. Eu por exemplo não sabia que em Barreirinhas fosse possível encontar bons hotéis. Apesar de ser uma cidade pequena, é o lugar ideal para quem quer aproveitar melhor as atrações de lençóis Maranhenses.

 Por experiência própria, te aconselho a não se hospedar em São Luiz. A menos que você goste da agitação e vida noturna, nesse caso só na capital mesmo.
Mas atenção! Se você quiser realmente se hospedar em São Luiz, evite os hotéis do centro histórico, onde a sensação de insegurança é nítida, até mesmo durante o dia.

 Eu e meu grupo nos hospedamos  no hotel PORTAS DA AMAZÔNIA, que fica bem no centro, e fomos assaltados na frente do mesmo. São coisas que podem acontecer durante qualquer viagem, mas  não custa nada prevenir neh?


Dicas do voo por aí

Quanto tempo serve para conhecer Lençóis Maranhenses?

Há quem diga que para conhecer todas as lagoas, que são 18 no total, e aproveitar as outras atrações da região, como por exemplo o passeio de barco pelo Rio Preguiça, você vai precisar de pelo menos uns 7 dias.
Por falta de tempo, eu fiz o passeio de um dia, e se você for com o tempo estreito como eu, vale a pena reservar pelo menos 2 dias só para visitar as lagoas. Garanto que você não vai se arrepender.


Dicas voo por aí
Retorno para casa, fim da excursão


Clique aqui para ver mais fotos dessa nossa aventura.

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Até a próxima viagem! 

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Uma exposição de carros incríveis que mais parecem Naves Espaciais



Salão do automóvel Turim 2016


Aconteceu nessa semana, do dia 08 ao 12 de Junho 2016, em Turim-Itália a 2° edição do Salão do Automóvel. Uma exposição aberta ao público que reuniu fabricantes e designers de todo o mundo e atraiu milhares visitantes.

O evento foi realizado no parque mais famoso da cidade; Parque Valentino e teve a participação de 43 casas automobilísticas e um total de 96 stands, onde foram exibiram desde a comum Fiat Panda, a revolucionária Corvette stingray da Chevrolet.


Salão do automóvel Turim 2016

Eu dei uma passadinha por lá para conferir essas super máquinas e fiquei impressionada com alguns modelos tão diferentes que mais pereciam naves espaciais. Muitos eram protótipos que ainda nem saíram do papel. Como o carro "estranho" sem portas da foto abaixo:


Salão do automóvel Turim 2016



Os visitantes mais curiosos fizeram fila para entrar (ainda que por alguns segundos) e conferir por dentro os esportivos mais cobiçados do momento. Em alguns era até possível fazer um test drive, com agendamento prévio logicamente.

Salão do automóvel Turim 2016


Um dos carros que mais chamou a atenção foi a esportiva Pininfarina H2 Speed, que impressiona tanto pela tecnologia de motorização a hidrogênio quanto pelo  design totalmente inovador.

Salão do automóvel Turim 2016



Confira mais fotos desse verdadeiro show a céu aberto aqui: Voo por aí fotos salão do automóvel-Turim-Itália




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